segunda-feira, 29 de julho de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Vídeo produzido pelos alunos Marcelo e Leonardo do 2º F (Noturno). Resultado do Projeto Conecta Escola.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Preconceito II
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Los derechos humanos (Esp)
Inclusão
Marcadores:
Conecta Escola Vesp
Ética
Preconceito na sociedade (L.Port)
Etica y Justicia (Esp)
Preconceito (L.Port)
Coletividade (L.Port)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
O que significa Ética?
Ética significa ter, respeito, sinceridade, amor ao próximo, honestidade, etc.
Afinal de tudo ter Ética é tudo o que o ser humano precisa para se viver.
PROJETO CONECTA: ÉTICA UM DEVER COLETIVO
PROJETO CONECTA
O trabalho da fotonovela para o projeto conecta tem por tema gerador: Ética: um dever coletivo, foi desenvolvido em total consonância com a sal de tecnologia da E.E Padre Mário Blandino, onde os alunos das turmas escolhidas freqüentaram as aulas, para pesquisar, elaborar, desenvolver e editar os seus trabalhos de acordo com o tema escolhido por grupos de alunos, como mostram as fotos abaixo:
- Alunos pesquisando sobre o tema proposto
- Alunos relatando e discutindo o conteúdo de suas pesquisas
- Alunos editando os seus trabalhos
- Produto final dos esforços dos alunos
É evidente que a sala de tecnologia propicia para o aluno um aprendizado mais significativo, onde o mesmo pode ampliar os seus conhecimentos, bem como a sua interação com o mundo tecnológico. Para tanto, o projeto conecta veio a calhar com a ansiedade dos alunos que tem por perspectiva inovações, desafios e projetos que possam ser superados dentro do meio estudantil
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Clic, arte da fotografia
Clic, arte da fotografia
Projeto realizado na sala de tecnologia com os alunos do 9 ano D noturno no período de junho à setembro de 2011. Trabalho feito com câmera digital e celular com câmera, edição fotográfica do programa Microsoft Office Picture Manager e PhotoScape.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A arte de ser feliz

Acorde todas as manhã com um sorriso.
Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.
Seja seu próprio motor de ignição.
O dia de hoje jamais voltará.
Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!
Enumere as boas coisas que você tem na vida.
Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!
Trace objetivos para cada dia.
Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez.
Seja paciente.
Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional, além disso o ajuda a manter a dignidade.
Acredite, seu valor está em você mesmo.
Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente.
Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.
Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.
A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar.
Estenda sua mão.
Compartilhe.
Sorria.
Abrace.
A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outrossem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.
O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida,ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais.
Não só cria um espaço feliz para o que estão ao seu redor,como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.
O tempo para ser feliz é agora.
O lugar para ser feliz é aqui!
Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.
Seja seu próprio motor de ignição.
O dia de hoje jamais voltará.
Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!
Enumere as boas coisas que você tem na vida.
Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!
Trace objetivos para cada dia.
Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez.
Seja paciente.
Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional, além disso o ajuda a manter a dignidade.
Acredite, seu valor está em você mesmo.
Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente.
Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.
Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.
A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar.
Estenda sua mão.
Compartilhe.
Sorria.
Abrace.
A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outrossem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.
O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida,ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais.
Não só cria um espaço feliz para o que estão ao seu redor,como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.
O tempo para ser feliz é agora.
O lugar para ser feliz é aqui!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Atividade Projeto Conecta Not
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Projeto Conecta: Matemática
http://www.maquinadequadrinhos.com.br/HistoriaVisualizar.aspx?idHistoria=1213497#
Parte final do Projeto Conecta referente à disciplina de Matemática ministrada pela professora Adriana.
Parte final do Projeto Conecta referente à disciplina de Matemática ministrada pela professora Adriana.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Cruzadita, Actividad I e II
http://www.4shared.com/document/Gns_HMhA/Cruzaditas.html
http://www.4shared.com/document/gbCfNdPR/Actividad_I.html
http://www.4shared.com/document/QLysXsmE/Actividad_II.html
Disciplina: LEM - Espanhol
http://www.4shared.com/document/gbCfNdPR/Actividad_I.html
http://www.4shared.com/document/QLysXsmE/Actividad_II.html
Disciplina: LEM - Espanhol
Atividade para ser realizada em uma sala de tecnologia.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Atividades dos alunos do matutino sobre o filme “Escritores da Liberdade”
Reflexão do filme “Escritores da Liberdade”
Após assistirem ao filme citado acima os alunos que estão integrados no projeto conecta refletiram escreveram e desenvolveram as atividades elaborada e slides propostas pela professora.
A professora Erin Gruwell (Hilary Swank), branca e bem-nascida, enfrenta uma turma da pesada: jovens organizados em gangues, com famílias desestruturadas e estigmatizados pela instituição que deveria ajudá-los. A violência é o elemento principal na vida desses jovens, no âmbito familiar e nos territórios demarcados no bairro que moram e na escola. São jovens derrotados a priori. A professora enfrenta as adversidades, incluindo a incompreensão do marido, além da resistência da direção da escola e dos colegas.
O filme tem o mérito de fazer pensar sobre os dilemas individuais e sociais presentes no espaço da sala de aula; dilemas que dizem respeito às nossas opções de vida, à forma como percebemos a sociedade e como nos vemos nela. O modelo do professor que abraça a educação como uma missão e a transforma numa espécie de militância, representado pela personagem do filme, o qual se fundamenta em fatos reais, é personificado por muitos dos que exercem a docência como algo que dá sentido às suas vidas. São exemplos de indivíduos devotados que, a despeito dos baixos salários, da falta de apoio, da incompreensão dos burocratas e dos próprios pares, desenvolvem um trabalho criativo e envolvente. São professores que amam o que fazem, disseminam a pedagogia da esperança, transformam vidas e fazem a diferença; são heróis e heroínas, com a professora de Escritores da Liberdade.
O filme valoriza a ação educativa, mostra a importância de compreender o mundo dos educandos, de respeitar as suas histórias de vida e adotar estratégias pedagógicas criativas capazes de estimular a reflexão. A razão técnica-instrumental, a transmissão insensível de conteúdos, mostra-se não apenas ineficaz, mas estranha aos educandos. É preciso educar os sentimentos, valorizá-los e compreendê-los. Educador e educando revelam-se em toda a humanidade e, nesse processo, simultaneamente aprendem e ensinam. A professora Erin Gruwell contribui para transformar a vida dos seus educandos, mas também se transforma.
Ainda que a professora e os seus alunos tenham superado os obstáculos e possam ser considerados vitoriosos, a verdade é que o mundo real do qual fazem parte, para além da sala de aula, reproduz a mesma realidade injusta, racista, intolerante, violenta e desigual que os envolveu. Não é por acaso que eles se sentem bem na sala de aula: ali romperam as fronteiras reais e simbólicas que os separavam; ali se conheceram melhor, reconheceram suas potencialidades e reforçaram a auto-estima; ali se viam como uma família. Eles e elas, porém, tinham necessariamente que interagir com o ambiente extraclasse.
Não é pouco o que conquistaram, mas é discutível a influência dessa experiência em relação às necessidades impostas pela realidade social. O tom psicologizante e individualista que vemos no filme parece indicar que as soluções para os problemas sociais são individuais – quando muito, envolvem um grupo restrito à sala de aula. É uma ideologia que mascara os fatores e causas econômicas e políticas que produzem a realidade social que os gerou. O problema é que eles não podem esperar pela realização da utopia redentora. Vivemos o hoje e o futuro depende das nossas ações e opções cotidianas. Eis o dilema!
A professora Erin Gruwell (Hilary Swank), branca e bem-nascida, enfrenta uma turma da pesada: jovens organizados em gangues, com famílias desestruturadas e estigmatizados pela instituição que deveria ajudá-los. A violência é o elemento principal na vida desses jovens, no âmbito familiar e nos territórios demarcados no bairro que moram e na escola. São jovens derrotados a priori. A professora enfrenta as adversidades, incluindo a incompreensão do marido, além da resistência da direção da escola e dos colegas.
O filme tem o mérito de fazer pensar sobre os dilemas individuais e sociais presentes no espaço da sala de aula; dilemas que dizem respeito às nossas opções de vida, à forma como percebemos a sociedade e como nos vemos nela. O modelo do professor que abraça a educação como uma missão e a transforma numa espécie de militância, representado pela personagem do filme, o qual se fundamenta em fatos reais, é personificado por muitos dos que exercem a docência como algo que dá sentido às suas vidas. São exemplos de indivíduos devotados que, a despeito dos baixos salários, da falta de apoio, da incompreensão dos burocratas e dos próprios pares, desenvolvem um trabalho criativo e envolvente. São professores que amam o que fazem, disseminam a pedagogia da esperança, transformam vidas e fazem a diferença; são heróis e heroínas, com a professora de Escritores da Liberdade.
O filme valoriza a ação educativa, mostra a importância de compreender o mundo dos educandos, de respeitar as suas histórias de vida e adotar estratégias pedagógicas criativas capazes de estimular a reflexão. A razão técnica-instrumental, a transmissão insensível de conteúdos, mostra-se não apenas ineficaz, mas estranha aos educandos. É preciso educar os sentimentos, valorizá-los e compreendê-los. Educador e educando revelam-se em toda a humanidade e, nesse processo, simultaneamente aprendem e ensinam. A professora Erin Gruwell contribui para transformar a vida dos seus educandos, mas também se transforma.
Ainda que a professora e os seus alunos tenham superado os obstáculos e possam ser considerados vitoriosos, a verdade é que o mundo real do qual fazem parte, para além da sala de aula, reproduz a mesma realidade injusta, racista, intolerante, violenta e desigual que os envolveu. Não é por acaso que eles se sentem bem na sala de aula: ali romperam as fronteiras reais e simbólicas que os separavam; ali se conheceram melhor, reconheceram suas potencialidades e reforçaram a auto-estima; ali se viam como uma família. Eles e elas, porém, tinham necessariamente que interagir com o ambiente extraclasse.
Não é pouco o que conquistaram, mas é discutível a influência dessa experiência em relação às necessidades impostas pela realidade social. O tom psicologizante e individualista que vemos no filme parece indicar que as soluções para os problemas sociais são individuais – quando muito, envolvem um grupo restrito à sala de aula. É uma ideologia que mascara os fatores e causas econômicas e políticas que produzem a realidade social que os gerou. O problema é que eles não podem esperar pela realização da utopia redentora. Vivemos o hoje e o futuro depende das nossas ações e opções cotidianas. Eis o dilema!
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